Cursos Regulares

Respostas pessoais:  Diferentemente  de  muitos espaços destinados  ao desenvolvimento, o Curso de Desenvolvimento e Educação Interior apresenta uma inovação, não  apenas  sua evolução é acompanhada, como  é possível que seus desafios pessoais sejam acompanhados e receba respostas e orientações de como proceder. Os exercícios permitem que evolua passo a passo e, ao aplicá-los em sua vida, obtenha resultados, mas pode precisar de mais, então conte conosco.

Poderes Internos: Um  dos  temas  mais  delicados  é  a  questão dos poderes pessoais, é um assunto tabu, temido e oculto pelos religiosos e místicas, mas aqui, em nosso curso, seu  desenvolvimento  representará  a  possibilidade de despertar e conhecer os seus poderes, como o poder de todos os iniciados, e ter acesso aos métodos e técnicas com um passo a passo.

Educação Interior:  Há  uma educação para o trabalho, para a vida social, política, nem sempre temos para as relações, menos para o contato com seres, ou de como  lidar com nossas  percepções  e  sensações, somamos  tudo isto e denominamos de educação para a vida, o que se alcança com a Educação do que somos  e  de  como  somos,  e  esse   domínio  é o objetivo da Educação Interior, que não existe em escola, mas pode ser buscada com auxílio e é o que nos propomos.

Aprendendo a Ser: As  chaves  de  místicos  e  ocultistas, que os esotéricos, desde Blavatski e da Sociedade Teosófica, buscam construir no Ocidente, hoje mais que nunca, o que somos determinará  um  juízo  de  valor e até a sobrevivência na avassaladora sociedade de consumo, depois outras mudanças virão, alavancadas pela crescente tecnologia e  acúmulo de riqueza e poder. E o homem, isolado em si mesmo tem o que como recurso? Tem somente a si mesmo e terá de aprender a Ser, e aprender o SER do qual é expressão.

Construindo Soluções pessoais: Se  aprende  a  Ser  e se aceita, conhece de alguma forma algumas técnicas, reconhece sua condição como médium e como espírito e, mais adiante, como Consciência, Vontade e Alma, constrói respostas  para  os  desafios implícitos em sua existência, age em conformidade com seus recursos e sua condição e o produto final é eficiência e reconhecimento.

Curso de Desenvolvimento e Educação Interior

VOCÊ É MÉDIUM? É UM SENSITIVO?

Percebe coisas, tem sonhos que se realizam? Os acontecimentos em sua vida  despertam  sensações  de  que já foram conhecidas algum vez?  Você escuta sons, percebe  vultos  ou  sente  o  que  os  outros  sentem? Então é possível que seja um sensitivo e tenha uma mediunidade acima do comum. Onde pode desenvolvê-la?  O que é importante aprender?

Nossa  atividade  em  cursos  EAD  começa pela decisão de responder sobre uma necessidade geral, comum a todos, responder quem somos e como somos. Reconhecendo que nossa cultura  tem priorizado  os aspectos  importantes  da vida física, seja no aspecto orgânico, biológico, social ou cultural, temos em nossa  maioria  grandes  dúvidas  sobre  a  existência  ou  não  do  mundo  espiritual,  sobre  o  papel  das  religiões  e  até mesmo dos compromissos que as instituições possuem e sua extensão nos planos extrafísicos. Sobre eles, desde  o  começo, o estudante é levado a refletir sobre o que pensa e aquilo que o fizeram acreditar. Assumir  o  comando de  sua  existência é  um  dos  objetivos, mas integrar-se ao todo e fazer parte de um cosmos é todo o tempo uma intenção e uma possibilidade.

Um curso de desenvolvimento é uma possibilidade única – consiste num conjunto de saberes  disponibilizados ao aluno, mas também é a possibilidade de experimentação assistida.

O Curso de  Desenvolvimento  e  Educação  Interior  está  organizado  em capítulos, utilizando como base o livro Mediunidade e Paranormalidade - Teoria e Prática,  de J. C.  Escvael,  tratando de acordo e parceria com o autor. Para  o autor, a mediunidade é uma das inteligências e o principal aspecto é produzir sentidos através de percepções e respostas que somente o corpo diferenciado e os sentidos despertos do médium permitem.

É  o médium  possuidor de  uma  condição  incomum  que  igualmente  permite  a  esse  tipo  diferenciado  de  condição  penetrar com suas percepções nos universos paralelos, comunicar-se com criaturas, sentir e, de alguma forma, contatar com o que existe, permitindo a compreensão das complexas relações de forças que poderiam não ser percebidas e estão na origem de todas as relações entre uma criatura e outra, entre uma criatura e seu meio.

Diferentemente  do  que  se  afirma,  a  mediunidade  pode  ser  treinada  e  desenvolvida,  pode  ser  educada, estudada, sabido seus mecanismos ocultos, conhecidos  os  chamados  corpos  internos  e é esse conjunto de saberes que fazem a diferença em nossos cursos. Todos privilegiam o homem e suprem a necessidade  de  resposta  sobre  o  que  fazer  em cada situação, explica o autor: “Porque pode perceber os fatores internos e externos que determinam e originam os acontecimentos, pode o homem melhor educado, internamente ativo, ser senhor de suas decisões e assim resolver os conflitos antes como um agente   universal   mais  do   que  aquele   que  é  envolvido  e  apenas  reage”.  Uma  das  questões  modernas  é   que  se supere as diferenças, mas não é eliminando-as e  sim  pela  educação da diferença, pelo reconhecimento daquilo que somos e podemos. Contrariando a maioria das afirmações que existem de que  a  mediunidade é um dom, é antes uma condição não apenas de personalidade e do tipo da mente, envolve todas as estruturas sensíveis e nervosas do sensitivo. O autor  do  curso  salienta  que é fundamental para os interessados que esses conhecimentos existem há muito e estão disponíveis, mas que não existe  interesse  na  divulgação  dos  mesmos  nem pela mídia, nem pelo sistema educacional, como se não houvesse interesse em que mais saibam do menos,  mantendo  como  oculto  o que poderia ser um conhecimento universal. Não importa que as raízes estejam na Pérsia Antiga, no Egito ou na China, na impressionante  cultura  árabe, ou  na  misteriosa  Índia, os preconceitos são alimentado pela moderna organização política que visa antes dividir do que aproximar, que  pretende  deslocar  a  importância  dos fatos, dos feitos e a história da humanidade. As mentiras permanecem afirmadas, como se fossem  verdades, mas  o  direito  à  verdade  é  uma  prioridade  e  um  destino  cultural científico e  como diz a  precursora  Blavastsky: “ Não há religião superior à verdade” e essa verdade que é  nossa dívida e nosso compromisso. Se perguntarem por que começamos  a divulgação de cursos acessíveis ao público pelo Curso de Desenvolvimento  e  Educação Interior, respondemos  dizendo  que  onde  não existe o homem nada mais existe, não é o que se faz, mas também quem  faz  e  em  nome  de  quem  faz,  que  a  sociedade  moderna  tem  de permitir que o homem assuma o seu papel e compreenda a importância de sua existência.